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a azenha, por cláudia guerreiro e filho da mãe

27 Nov

Sexta

19:30

9 eur

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info covid-19: leia aqui os procedimentos para visita ao espaço

No cumprimento do Decreto n.º 9/2020, de 21 de Novembro, que regulamenta a aplicação do estado de emergência, implicando novas alterações no que respeita à possibilidade da apresentação de espectáculos e eventos culturais, até ao dia 8 de dezembro, procedeu-se a alterações no programa de dezembro. O espetáculo “A Azenha” é transferido das 22:00 de 28 de novembro (sábado) para as 19:30 de 27 novembro (sexta-feira).

Cláudia Guerreiro e Rui Carvalho (Filho da Mãe), ambos músicos, ela também ilustradora e escultora, são amigos há 20 anos, casados há 10, mas são raras as vezes em que se encontram no palco. Foi algures no Alentejo que descobriram a história que move o espetáculo a que chamaram de “A Azenha”. É a partir de uma casa na planície alentejana, onde em tempos D. Dinis teve uma amante, que desenvolvem a narrativa que utilizam para construir esta viagem sensitiva. A casa é a mesma casa onde viveram o escultor e artista modernista Jorge Vieira, um dos mais influentes do século XX português e uma das figuras a quem se atribui a introdução do abstracionismo em Portugal ainda durante a década de 40, e a escultora Noémia Cruz, colaboradora de Jorge e responsável pela execução da sua obra pública após a sua morte.
Inspirados nas personagens de Jorge Vieira, a guitarra de Filho da Mãe casa-se com as imagens de Cláudia Guerreiro. Cláudia pinta, cria cenário de cor e papel, usa figuras de papel em jeito de marionetas e movimenta luz num vidro, que é filmado e projetado. A guitarra de Rui Carvalho é a “voz” da história. Tudo em tempo real.
“A Azenha” fala de amores cósmicos e intuitivos em sítios a que todos pertencemos, na terra ou no espaço, de dia ou de noite, das impossibilidades do amor e das estranhas condições em que ele decide acontecer. No fim, as nossas casas são onde amamos.
Um ano depois da primeira e única apresentação de “A Azenha”, Cláudia Guerreiro e Rui Carvalho desenvolvem e aprimoram o espetáculo em Braga, em contexto de residência artística, com o apoio à criação do gnration. No final da residência, voltam a palco, para os vermos juntos, numa das raras aparições, esperando que “A Azenha” deles e de Jorge Vieira seja também, por momentos, a casa de todos nós.

residência artística 22 a 27 nov
classificação etária  m/6 anos

apoio

Illustrator and sculptor Cláudia Guerreiro and fingerstyle guitarist Filho da Mãe presents an audiovisual concert developed under artistic residency and inspired by Portugal’s influential 20th century modernist artist and sculptor Jorge Vieira.

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