cinema

cinema no pátio: o bobo, de josé álvaro morais

20 Ago 2026

Quinta

21:30

gratuito

pátio exterior

m/12

1987 · portugal · 2h · m/12

Um dos títulos maiores do cinema português, O Bobo passa-se quatro anos após a revolução do 25 de Abril. A história gira em torno de um encenador de teatro que vende armas para financiar a sua peça, a adaptação teatral de O Bobo de Alexandre Herculano. Com extraordinária mestria, José Álvaro Morais cria rimas e fricções com outras formas de expressão artística e traça um amplo retrato geracional.

sob o signo do duplo

O duplo pode ser definido ‘um eu simultaneamente outro’: algo que, contrariando as leis da física, não só é possível no Cinema, como é um tema pelo qual o Cinema nutre particular predileção desde os seus primórdios. O Cinema no Pátio apresenta quatro propostas em torno da ideia de outro-eu, entre o presente e o ausente, o reflexo e a distorção, e como todas se ligam a uma imagem da danação: o duplo no cinema quase sempre reflete o maldito, o engano, a perdição.
— Eduardo Brito

Eduardo Brito trabalha em cinema, escrita e fotografia. No cinema escreveu e realizou a longa-metragem A Sibila, a partir do romance de Agustina Bessa-Luís. Realizou várias curtas, tais como Penúmbria, Declive e Úrsula. Escreveu o argumento de várias longas de Rodrigo Areias, entre as quais O Pior Homem de Londres. Na fotografia e na escrita, explora os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem, como por exemplo nos livros East Ending e Procura Nada. Eduardo tem o mestrado em Estudos Artísticos e Museológicos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Fez especialização em guionismo na Escuela Internacional de Cine y TV, em Cuba. Ensina como assistente convidado, na FBAUP, onde é doutorando em Artes Plásticas, e na FLUP.

curadoria eduardo brito

apoios república portuguesa – cultura, juventude e desporto / direção-geral das artes. rtcp – rede de teatros e cineteatros portugueses.

[ENG] On the hot summer nights of August, gnration’s patio transforms into a cinema for the screening of four films: La chimera (2023) by Alice Rohrwacher, The Student of Prague (1926) by Henrik Galeen, The Jester (1987) by José Álvaro Morais and Persona (1966) by Ingmar Bergman.

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